quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Entrevista exclusiva com mineiro chileno

Logo após o resgate dos mineradores chilenos que estavam há 69 dias a 700m abaixo do solo, a Equipe PUBNEWS conseguiu algumas palavras de um desses bravos sobreviventes. E mais esse furo de reportagem você só confere aqui, no PUBNEWS!

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Do que você mais sentiu falta nesses 60 dias sem ter contato algum com o "resto do mundo"?

A gente sentia falta de muitas coisas. Eu sonhava com minha família toda noite. Eu também senti muita falta do meu video game... Tava quase zerando um jogo novo que eu tinha comprado, agora devo estar totalmente "enferrujado". Ah, tinha uma que eu não sentia falta: ter que pagar as contas! (risos)

Na primeira vez que a cápsula Fênix chegou até vocês, a 700m abaixo do solo, ela continha um brigadista que passou umas instruções. Você poderia descrever como foi esse primeiro contato com alguém "de fora" após esse tempo todo?

Ocorreu tudo tranqüilo. Ele desceu, cumprimentou um por um e nos passou as orientações. A gente até pensou em fazer um pegadinha: colocar um esqueleto, ou maquiar algum de nós como um zumbi pra dar um susto na galera lá em cima (risos). Mas o pessoal deu pra trás...

Qual foi a sensação de estar naquela cápsula, saindo dos escombros da mina?

Ah, cara, aqueles 15 minutos demoraram uma eternidade...

Por causa da emoção?

A emoção foi muito forte. Mas, eu vou ser sincero, eu tava com uma dor de barriga desgraçada. Só conseguia pensar "Sobe logo essa porra porque eu preciso de um banheiro!". E o pior foi que teve uma hora em que eu dei um peido fedido pra cacete e o cheiro tinha ficado confinado naquele aperto da cápsula. Isso aumentou um pouco a minha ansiedade, mas eu consegui me segurar.

E chegando na superfície, você se sentiu aliviado?

Claro. Ter deixado aquele buraco foi um sentimento extraordinário. Mas ao chegar lá em cima eu me lembrei que tinha esquecido o celular... Mas beleza. Tava quebrado mesmo! (risos)

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Logo após ele responder nossa última pergunta, um paramédico já o conduzia para que ele fosse atendido.

Equipe PUBNEWS

terça-feira, 27 de abril de 2010

Fidel Castro declara guerra a Barack Obama

Em entrevista especial e exclusiva ao PUBNEWS, Fidel Castro afirma ter declarado guerra ao presidente estadounidense, Barack Obama.

O atrito entre os dois presidentes começou quando Fidel acessou sua Colheita Feliz e reparou que faltavam alguns ovos em seu galinheiro virtual. "Foi aquele 'yankee' que me roubou! Só pode ter sido. Ele sempre teve inveja da minha fazendinha!", declarou Fidel exaltado.

Quando perguntado sobre sua reação, a resposta foi imediata: "Eu mandei um 'scrap' pra ele dizendo: 'Pô, Obamão, pára de me roubar aí, meu!' e ele respondeu com uma ironia filha-da-puta: 'Ué, mas não é você o socialista? Bora dividir isso aí!'". E o cubano disse que não deixou barato: "Isso, pra mim, foi uma afronta. Eu tive que adotar medidas extremas pra lutar pelo o que é meu. Por isso eu declarei guerra a esse imperialista! Ele não é o malandrão da 'Colheita Feliz'? Pois bem, eu sou o malandrão do 'Mafia Wars'!".

Sobre a tal guerra, Castro nos conta um caso curioso: "Pô, rapaz, você não sabe. Pra dar uma lição nesse metido do Obama no 'Mafia Wars', eu pedi ajuda pro Kim Jong Il, que, por sinal, é muito bom nesse jogo. Mas o maldito me traiu! Ele falou que não fez por mal e tentou se justificar: "Calalho, Fidel! Foi mau ter te tlaído, mas é que essas letlas de vocês são todas iguais, eu não sei difelenciar essas polcalias!".

No fim das contas tudo se resolveu para os líderes mundiais viciados em joguinhos da internet. "Apesar de ter que travar uma guerra sangrenta, eu acho que valeu a pena. O Obama, pelo menos até agora, não roubou mais nada na minha Colheita Feliz. Ah, e o Kim começou umas aulas de inglês. (risos)".